Segundoele, a despeito de todos os avanços do setor, a indústria do petróleomostrou que não dispõe de um procedimento testado que possa interrompervazamentos descontrolados como esse da parte americana do Golfo doMéxico. “Não existe uma embarcação que possua os equipamentos adequados para vedar o poço em um caso extremo”. Estefenafirmou que uma das conclusões do seminário Segurança na Exploração eProdução de Petróleo no Mar – Prevenção e Contingência, promovido pelaUFRJ nesta semana, é que há necessidade de organização dos setoresenvolvidos com a atividade para enfrentar os desafios que surgirão coma exploração de petróleo em águas cada vez mais profundas, como é ocaso do pré-sal brasileiro. “Isto deve ser tratado com cuidado, porque é inaceitável que não tenhamos meio de interromper um vazamento desse porte”. Oprofessor da UFRJ disse que o dever de casa, a partir da experiência dovazamento no Golfo do México, é a consciência da necessidade de sediscutirem formas de dar maior atenção aos sistemas de segurança, demodo a que se possa desenvolver um equipamento que venha a serembarcado, e em condições de fazer o trabalho de tamponamento mesmo emcasos extremos.
(Nielmar de Oliveira, repórter da Agência Brasil)
© 2010 Copyright Diários Associados Todos os direitos reservados
O uso deste site está sujeito aos termos de uso. Ao continuar usando esta página, você concorda em cumprir com estes termos.