A Oi encerrou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de R$ 940 milhões, revertendo resultado negativo registrado em igual período do ano passado. O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) consolidado no semestre alcançou R$ 5,2 bilhões, alta de 7,9% em relação ao Ebitda recorrente dos primeiros seis meses do ano passado. A margem Ebitda foi de 35%, contra 32,6% registrada em igual período de 2009.
A receita bruta consolidada chegou a R$ 23,1 bilhões e a receita líquida atingiu R$ 14,9 bilhões. “O resultado do semestre foi bastante positivo e reflete a performance operacional da companhia, traduzindo a estratégia de rentabilização da base de clientes, assim como o ganho de sinergias com a compra da Brasil Telecom e a redução de custos e despesas operacionais”, afirma o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Oi, Alex Zornig.
“Depois dos investimentos para aquisição da BrT que fizeram a Oi dobrar de tamanho, este ano ampliamos a cobertura dos serviços de banda larga e de telefonia móvel em todo o país. Chegamos com banda larga a 3,7 mil municípios, sendo 80% desse total com menos de 30 mil habitantes”, destaca Zornig.
De junho de 2009 a junho deste ano, a Oi registrou adições líquidas de 2,7 milhões, ampliando sua base para 62,6 milhões de clientes. Deste total, 20,8 milhões estavam em telefonia fixa, 37,2 milhões em telefonia móvel, 4,3 milhões em banda larga fixa e 265 mil em TV por assinatura.
A expansão foi liderada pelo serviço de telefonia móvel, com aumento de 9,7% na base de clientes em comparação com junho do ano passado, impulsionado pelos resultados da operação em São Paulo. A companhia mantém a estratégia de buscar a rentabilização da sua base de clientes, que resultou em margem Ebitda recorde na TNL PCS de 38,3% no consolidado do semestre e 39% somente no segundo trimestre.