IBGE: vendas no varejo crescem 1,1% em novembro

| Da redação

O comércio varejista do País registrou crescimento de 1,1% no volume de vendas em novembro em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal, informou nesta quarta-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a receita nominal cresceu 1,2%. Com tais números, o setor completa sete meses consecutivos de taxas positivas em volume de vendas e de 11 meses em receita nominal.

Oito das 10 atividades obtiveram variações positivas em volume de vendas, segundo o IBGE: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (10,5%); Livros, jornais, revistas e papelaria (6,6%); Móveis e eletrodomésticos (2,4%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); Material de construção (0,8%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,2%); Veículos e motos, partes e peças (0,2%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,1%). Por outro lado, as variações negativas ocorreram em Tecidos, vestuário e calçados (-3,6%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Já na comparação com novembro de 2009, todas as atividades cresceram: Veículos e motos, partes e peças (30,4%); Livros, jornais, revistas e papelaria (23,2%); Móveis e eletrodomésticos (20,5%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (20,4%); Material de construção (15,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,0%); Tecidos, vestuário e calçados (9,2%); Combustíveis e lubrificantes (6,3%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,6%).

Móveis e eletrodomésticos deu a maior contribuição (36%) para a taxa global do varejo e a segunda (13%) na taxa do varejo ampliado. Nos acumulados, altas de 18,3% de janeiro a novembro de 2010 e de 17,7% em 12 meses. "O desempenho é fruto da recuperação do crédito e da manutenção do crescimento do emprego e do rendimento, além da queda das vendas em maior parte de 2009 (configurando um certo “efeito-base”), conseqüência da crise financeira do final de 2008", afirma o instituto em nota.

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Edição 18/05/12

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