Antes de ser aprovada pelo plenário do Senado por 57 votos favoráveis e 14 contrários, Rosa Weber passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, onde também teve o nome aprovado. Alguns senadores chegaram a dizer que a ministra não se saiu bem, deixando de responder a algumas perguntas. Isso, segundo ele, prejudica o requisito de notório saber jurídico exigido para os postulantes de cargo de ministro da Suprema Corte.
Apesar disso, o relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), considerou que a ministra tem experiência na Justiça do Trabalho e condição de integrar o quadro de ministra do STF. A reputação ilibada da jurista gaúcha também foi ressaltada como ponto favorável para a sua aprovação.
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