Caixa Econômica Federal lança home broker

| Da redação
A Caixa Econômica Federal lançou nesta quarta-feira (21) o “Ações Online CAIXA”, serviço de Home Broker que permite a compra e venda online de ações na Bolsa de Valores, pelo Internet Banking CAIXA (IBC), que hoje possui mais de 6 milhões de clientes cadastrados. O lançamento oficial aconteceu no prédio da BM&FBOVESPA, em São Paulo (SP), e contou com a presença do vice-presidente de Finanças e Mercado de Capitais da Caixa, Márcio Percival, e do diretor presidente da Bolsa, Edemir Pinto.
 
Além da negociação eletrônica de ações, o home broker da Caixa permite ao cliente acompanhar cotações e negócios na bolsa, notícias sobre empresas e o mercado financeiro, consultar o informe de rendimentos e ter acesso a gráficos e análises produzidas por empresa especializada. As ordens de compra e venda de ações são enviadas por meio do IBC e encaminhadas à Bolsa de Valores, em tempo real, por sistema automatizado, sem a necessidade de intervenção de operadores da Caixa. O objetivo do banco é, em quatro anos, ter cerca de 50 mil clientes, alcançando os números dos principais concorrentes nos mercados de ações online.

Um dos diferenciais do serviço oferecido pela Caixa é que o cliente não precisa deixar seu dinheiro parado em conta corrente para investir em ações. Ele recebe um limite financeiro, baseado em seus saldos no banco, para realizar seus negócios na bolsa de valores, disponibilizando recursos somente quando ocorrer débito das compras executadas. A tabela de corretagem variável é bastante competitiva, em relação ao mercado, e o cadastro de investidor é feito totalmente online.

“O serviço de Home Broker da Caixa contribui para a popularização do mercado de ações no Brasil,  devido à presença e capilaridade do banco no país e insere a Caixa, definitivamente, nesse mercado altamente competitivo, ao oferecer um serviço moderno e de fácil utilização, atendendo tanto os investidores iniciantes quanto os mais experientes”, afirmou o vice-presidente, Márcio Percival. “Temos uma base de clientes de mais de 55 milhões, sobretudo da nova classe média, que poderão ser incorporados a esse mercado de investimento”, disse.

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