Conhecer um pouco do passado e aprender com seus erros e acertos, preparando um futuro melhor na economia, na política ou na sociedade como um todo. A coluna Memória, uma das mais antigas e tradicionais do Jornal do Commercio, volta-se a estes e outros objetivos, enquanto pode divertir o leitor com notícias pitorescas veiculadas pelo JC há quase dois séculos.
Ao longo de sua centenária história, o Jornal do Commercio teve, como poucos órgãos de comunicação, o privilégio de abrigar em suas páginas escritores brilhantes como Euclides da Cunha, Machado de Assis e José de Alencar e, sob pseudônimo, o próprio imperador Dom Pedro II contribuiu com alguns artigos. Aprender um pouco desta trajetória é viver muito de Brasil, do Império à República, do artesanal ao industrial, do campo às metrópoles. Boa viagem!
O JORNAL DO COMMERCIO PUBLICAVA NA EDIÇÃO DE 1º DE MARÇO
FUNCIONAMENTO
Segundo comunicado do Departamento de Abastecimento da Guanabara, as feiras livres funcionarão normalmente nos dias 4 e 5 (Carnaval) na cidade do Rio de Janeiro. As unidades, como divulgou o mesmo órgão, só não funcionarão na terça-feira de Carnaval (6) e na Quarta Feira de Cinzas (7), voltando no dia imediatamente após o término do período carnavalesco.
FALTA DE RECURSOS
O problema que mais preocupa os engenheiros eletricistas é a falta de recursos financeiros entre as empresas de eletricidade no País, que as impossibilita de adquirir equipamentos fabricados no País pela indústria de equipamentos elétricos, por não haver financiamentos a médio e longo prazo para o segmento. A afirmação foi feita ontem pelo novo presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas, Luiz Carlos Barreto de Carvalho.
PRESSÃO
A Zona Ocidental de Berlim se prepara para enfrentar um possível aumento na pressão comunista, por efeito de uma conversa que manterão dentro de alguns dias o secretário geral do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), Nikita Kruschev, e o dirigente da Alemanha Oriental, Walter Ulbricht. Os dois acertarão as novas diretrizes militares para a cidade ocupada, o que preocupa os aliados ocidentais.
ATÉ A PAZ
O governo rebelde da Argélia anunciou ontem que foi autorizado pelo Conselho nacional da Revolução Argelina, verdadeiro parlamento de revolucionários, a insistir nas negociações com o Governo da França, segundo intenção do presidente francês, Charles De Gaulle, até que surja uma paz definitiva e a completa independência daquela possessão no norte da África.